Mais de 20 anos unindo desenvolvimento web e engenharia de dados pra entregar resultado real, sem achismo, sem solução de tutorial de curso rápido.
Em 2002, entrei na UEFS pra cursar Física. Não foi por paixão pela Física em si: eu já era apaixonado por tecnologia e tinha certificado técnico em informática, mas cursar Análise de Sistemas exigia sair da cidade, e isso não era uma opção. Física foi o caminho possível dentro da área de exatas, onde eu sempre me saí bem. Foi ali, entre as disciplinas do curso, que tive meu primeiro contato de verdade com programação, e a programação me fisgou. Saí de um "Hello World" em Pascal pra escrever calculadoras trigonométricas e, mais tarde, um jogo de xadrez inteiro em C.
Em 2004/2005 me mudei pra Espanha, o verdadeiro ponto de virada da minha trajetória, e o motivo de eu não ter concluído o curso de Física (cursei todas as disciplinas do departamento de exatas, mas não fechei o diploma). Foi lá que tive meus primeiros contatos com Java e com análise de dados, em momentos diferentes. Cheguei a criar uma automação pra uma empresa de telemarketing, calculando o tempo de ligação de cada teleoperador ao longo dos meses pra definir bônus de performance, meu primeiro projeto de dados aplicado a decisão real de negócio. Também foi lá que construí meus primeiros sites, para imobiliárias e empresas do setor elétrico.
A crise de 2008 mudou os planos. Com o desemprego na Espanha batendo 29% nos anos seguintes, voltei ao Brasil em 2012.
De volta, comecei como desenvolvedor numa empresa de saúde, construindo o sistema próprio da empresa. Depois dei aulas de programação em C e desenvolvimento web. Em seguida, entrei numa empresa de marketing digital como desenvolvedor web e fui subindo: gerente de suporte, gerente de projetos, gerente de TI. Foi nessa época que voltei a pegar freelas de sites por fora, e nunca mais parei.
Depois vieram três anos na Nestlé, como gestor de dados na área de logística. Não foi lá que aprendi a decidir com dado em vez de achismo: essa disciplina eu já levava comigo, e foi exatamente por isso que fui escolhido para a vaga. O que a Nestlé me deu foi outra coisa: pressão real, prazos apertados, um volume de dados muito maior do que eu já tinha lidado antes, e uma equipe inteira dependendo da minha leitura desses números. Foi ali que uni de vez tudo que eu já sabia fazer separado: programação, desenvolvimento web e dados. Decidi estruturar isso como um serviço próprio, do meu jeito.
Hoje, além do trabalho com sites e dados de negócio, também atuo em consultoria técnica para pesquisadores, ajudando mestrandos e doutorandos a analisar e divulgar os dados de suas pesquisas. Sou coautor de um artigo publicado em revista Qualis A, e sigo envolvido em outros projetos de pesquisa acadêmica em andamento.
Apoio técnico pra mestrandos e doutorandos na análise e divulgação de dados de pesquisa.
Saiba mais →Não ofereço um serviço de fundo de quintal, ancorado só em inteligência artificial sem entendimento técnico real do que precisa ser feito, como e por quê. Atuo com assertividade pra trazer resultado de verdade, o tipo que faz diferença de fato no negócio de quem confia esse trabalho a mim.
A maioria das agências entrega um site e para por aí. Quem cuida da parte visual não é, quase nunca, quem entende os números que aquele site gera depois de publicado. Aqui, as duas coisas vêm da mesma pessoa, com a mesma régua técnica.
São mais de 20 anos construindo software e sites, e mais de 5 anos atuando como engenheiro de dados em ambiente corporativo real, incluindo três anos como gestor de dados de logística na Nestlé. Essa combinação significa que o site não é só bonito: ele é instrumentado corretamente desde o início (rastreamento, métricas, estrutura de dados), porque quem constrói também é quem sabe ler o que aquilo produz depois.
Essa mesma régua técnica segue em uso hoje na consultoria científica, apoiando mestrandos e doutorandos na análise e divulgação de dados de pesquisa, com coautoria em artigo publicado em revista Qualis A. Trabalhar com dado acadêmico exige o mesmo rigor que dado de negócio, só que sem margem nenhuma para erro de interpretação.
Não empurro solução genérica de IA disfarçada de site pronto, nem recomendo ferramenta antes de entender o problema. Cada decisão técnica, a rota de rastreamento, a estrutura de dados, o servidor de hospedagem, é escolhida pela função que exerce no seu negócio específico, não porque "é o que todo mundo usa".
Prazo de entrega, tempo de suporte, o que está incluso: tudo isso é dito antes de você fechar comigo, não descoberto no meio do projeto. Prefiro um "não" honesto a um "sim" que vira surpresa ruim mais na frente.
Essa régua vem desde a minha primeira automação de dados, ainda na Espanha, quando troquei impressão de supervisor por número real de cada ligação para decidir bônus de equipe. Anos depois, na Nestlé, não aprendi essa lógica: apliquei ela sob pressão real, prazos apertados e um volume de dados muito maior. Todo projeto que entrego hoje é pensado pra ser medido, pra você e pra mim sabermos com números reais se está dando certo.
Você recebe um site com painel simples de administrar, sem precisar me chamar toda vez que quiser trocar uma foto ou um texto. Meu trabalho é te dar uma estrutura que funciona sozinha, não uma dependência mensal disfarçada de suporte.
Forma de trabalho: todo projeto passa pelas mesmas etapas: alinhamento do que você precisa, prazo definido antes de começar (normalmente entre 5 e 13 dias úteis, dependendo do escopo), validação com você em cada etapa importante, não só na entrega final, e 12 meses de acompanhamento técnico incluso depois que o site vai ao ar. Nada de sumir depois que o pagamento cai.
Números que resumem essa trajetória.
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